Aconteceu no Austa Hospital

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Grupo Austa se une à Hospital Care para expansão em Rio Preto e região

Rogério Melzi, presidente da Hospital Care e Mário Jabur Filho, diretor presidente do Grupo Austa O Grupo Austa anunciou, nesta segunda-feira, dia 16, em Rio Preto, parceria comercial com a holding de serviços da saúde Hospital Care. O objetivo é expandir sua atuação na região e elevar ainda mais o seu patamar de qualidade no atendimento ao público. Um dos maiores grupos de saúde da região noroeste do estado de São Paulo, o Austa é o vigésimo sétimo ativo da Hospital Care no país, que já possui hospitais e clínicas nas regiões de Campinas, Ribeirão Preto, Florianópolis e Curitiba. A negociação ainda aguarda a aprovação dos órgãos reguladores, mas após a resolução, entre os objetivos que a parceria prevê para os próximos anos estão: melhorias internas de infraestrutura, implantação de novas tecnologias e inserção do modelo de negócios da Hospital Care. Com isso, o Hospital Austa deve receber casos de maior complexidade, aumentando também sua capacidade no atendimento da cidade e região. “A Hospital Care busca parcerias em locais onde seja possível implementar o nosso modelo de gestão integrada e que também tenham um potencial de crescimento na saúde suplementar da região. São José do Rio Preto, bem como o Grupo Austa , cumprem estes pré-requisitos e, com isso, temos uma grande chance de conquistar resultados sólidos e que gerem benefícios a população em aumento de qualidade dos serviços prestados e melhorias gerais de infraestrutura hospitalar”, afirma Rogério Melzi, presidente da Hospital Care. “Para mim, que sou rio-pretense, é um orgulho enorme poder contribuir com o avanço da saúde da cidade e região”, completa Melzi. "Dr. Mário Jabur Filho, diretor presidente do Grupo Austa destaca que a parceria com a Hospital Care reforça os princípios compartilhados pelas duas organizações: qualidade de medicina e serviços, segurança do paciente, humanização, inovação e valorização dos colaboradores e médicos. “Cada parceiro enxergou no outro os mesmos valores, constataram ter os mesmos objetivos que têm como foco principal oferecer aos nossos clientes, à comunidade, medicina de excelência, humana, segura e com resolutividade”, declarou Dr. Jabur. O presidente do Grupo Austa ressalta também que a parceria vai possibilitar investimentos importantes em infraestrutura, aprimoramento e capacitação dos nossos profissionais, tecnologias e inovação. “Ao unirmos forças, iremos agregar as nossas expertises, cada organização colaborando com o que tem de melhor, para atendermos às expectativas de nossos clientes, de nossa comunidade”, afirmou Dr. Jabur. Sobre o Grupo Austa  Um dos maiores grupos de saúde da região noroeste do estado de São Paulo, o Austa é referência do setor em qualidade e segurança no atendimento e serviços prestados por suas empresas e pela assistência humanizada, que preconiza a conduta dos seus mais de 800 profissionais. O Grupo reúne o Austa hospital, a operadora de saúde Austa clínicas e o Austa ocupacional, que oferece o serviço de medicina do trabalho. O Austa tem origem no hospital, fundado, em 1980 por um grupo de médicos formandos e professores da Faculdade de Medicina de Rio Preto que se uniram para construí-lo com compromisso de oferecer medicina de qualidade à população. Em 1989, o Grupo ampliou-se com a inauguração da Austa clínicas, uma das maiores operadoras da região, com carteira de 75.000 clientes. Hoje, aos 40 anos, o Austa hospital é reconhecido por ter um corpo clínico especializado e referenciado, com atendimento resolutivo e humanizado, sempre prezando pela segurança do paciente. Estes diferenciais são reconhecidos por conquistas de importantes títulos, entre eles a Acreditação ONA com Excelência – nível 3, a mais alta certificação de qualidade hospitalar conferida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA).  Sobre a Hospital Care  A Hospital Care é uma holding administradora de serviços da saúde. Criada em 2017, é a primeira companhia no Brasil a trabalhar com o modelo de gestão baseado nas ACO´s (Accountable Care Organizations) dos Estados Unidos, organizações responsáveis pelo cuidado e compartilhamento de risco com as operadoras. Este modelo integrado de gestão da saúde tem o objetivo de promover o equilíbrio de interesses entre pacientes, médicos, fontes pagadoras, parceiros e acionistas. Pertencente à gestora Crescera e aos fundos Santa Maria e Abaporu, a Hospital Care tem como estratégia de atuação a presença em cidades que funcionam como polos regionais para a gestão de saúde populacional, como São José do Rio Preto, Campinas, Ribeirão Preto, Florianópolis e Curitiba, fortalecendo todo o sistema de saúde do país.

24 de Maio MAIS

Laurinha, de seis meses, vence a Covid após 109 dias de internação em Rio Preto

Pequena Laura Lima do Nascimento, a Laurinha, teve alta hospitalar nesta última terça-feira. A pequena Laurinha, que nasceu há seis meses, recebeu alta hospitalar na última terça-feira, 5, após 109 dias de internação para tratamento da Covid-19. Laura Lima do Nascimento estava internada no Austa Hospital, em Rio Preto. Segundo o hospital, Laurinha nasceu de parto cesárea no dia 24 de junho de 2020. Logo em seguida, ela foi para casa, em Potirendaba, mas teve de retornar ao hospital após contrair a Covid-19 e sofrer uma pré-parada cardíaca. Ela chegou a ser internada na UTI pediátrica e teve de passar por três cirurgias em decorrência de sequelas da doença. Na última terça-feira, ela deixou o hospital acompanhada de profissionais e foi recebida com palmas e balões. Os familiares aguardavam sua saída usando camisetas com os dizeres: "Laurinha nosso milagre". "Laurinha permaneceu viva graças a persistência dos médicos e a fé da família e amigos", informou o Austa. "Laurinha é um milagre de Deus, não temos dúvida disso. Agora ela tem uma nova data de nascimento, pois felizmente nasceu de novo. Estamos muito felizes e agora a recuperação só depende dela", disse a mãe da menina, Ana Carolina Santos Lima, de 16 anos. [embed]https://youtu.be/ws8TpI9pMY4[/embed] Pequena Laura Lima do Nascimento, a Laurinha, teve alta hospitalar nesta última terça-feira.   Pequena Laura Lima do Nascimento, a Laurinha, teve alta hospitalar nesta última terça-feira.

20 de Maio MAIS

Hospital de Rio Preto usa ‘pulmão artificial’ para tratar paciente com Covid-19

Profissionais durante curso para operar ECMO. Pela primeira vez, um hospital de Rio Preto está adotando a terapia baseada na Oxigenação por Membrana Extracorpórea, conhecida por ECMO (na sigla em inglês) em um paciente em tratamento contra a Covid-19. O equipamento está sendo utilizado em um homem de 48 anos, desde do último domingo, 11. O aparelho é o mesmo utilizado no suporte ao ator Paulo Gustavo, internado em hospital do Rio de Janeiro em decorrência de complicações da Covid-19. O equipamento possibilita uma forma de respiração extracorpórea (fora do corpo), utilizada como recurso final quando aparelhos de ventilação mecânica, que atuam como respiradores artificiais, já não surtem mais efeito. É uma espécie de "pulmão artificial", que drena o sangue para fora do paciente através de cateteres, faz sua oxigenação com auxílio de uma membrana polimérica e o devolve para o doente. O tratamento invasivo de suporte à vida pode ajudar a manter o paciente até que seu pulmão se recupere. Para utilização do aparelho, uma equipe de profissionais de saúde do Hospital Austa realizou um curso intensivo sobre a oxigenação por membrana extracorpórea, utilizando a máquina, batizada de Sistema Solis, desenvolvida pela Braile Biomédica e pelo Instituto de Pesquisas Eldorado, de Campinas (SP), uma das unidades da Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial). O curso reuniu 25 profissionais do hospital, entre médicos cirurgiões cardíacos e torácicos, pneumologistas, cardiologistas, intensivistas, perfusionistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas. Para o cardiologista Mário Jabur Filho, é um grande alento para os profissionais de saúde disporem da oxigenação por membrana extracorpórea como alternativa terapêutica para os pacientes com quadro clínico grave, internados em UTIs. "O tratamento permite manter o paciente oxigenado nos casos em que o pulmão não é capaz de realizar a tarefa de oxigenação de maneira adequada, mesmo com o paciente intubado e recebendo oxigênio a 80%", afirma. Ele ressalta, no entanto, que o uso da Ecmo deve ser avaliado com bastante critério pela equipe multiprofissional. "Não são todos os pacientes que podem ter este recurso. Devemos avaliar uma série de aspectos clínicos e particulares do paciente, além de seu quadro de saúde, para decidir se usaremos a máquina de respiração extracorpórea, ressaltando complicações hemorrágicas e trombóticas, pois o paciente precisa permanecer anticoagulado", explica o cardiologista. Foi o que aconteceu com este paciente de 48 anos que internou no AUSTA hospital no dia 23 de março com covid-19. Seu quadro clínico não evoluiu de maneira satisfatória, e ele foi transferido para a UTI com insuficiência respiratória refratária. "Nossa equipe avaliou com bastante critério o quadro clínico e, considerando que as terapias até então adotadas não estavam surtindo efeito, decidiu pela Ecmo", disse Jabur. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, na manhã desta terça-feira, 13, o paciente permanece internado na UTI. Profissionais durante curso para operar ECMO.   Sistema Solis que realiza a ECMO.  

20 de Maio MAIS

Moradora de Rio Preto dá à luz após 52 dias internada com Covid

Gislaine testou positivo para o coronavírus na 22ª semana de gravidez e travou uma batalha por duas vidas Após 52 dias internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Austa, em Rio Preto, Gislaine Graciela Menezes Bonfim, moradora de Rio Preto, deu à luz, nesta quarta-feira, 3, Ana Luísa. "Foi o melhor parto que tive", declarou a dona de casa, que já é mãe de três filhos. A boa notícia, que acontece em meio a um dos momentos mais críticos da pandemia do coronavírus no País, deixou a família da rio-pretense e os profissionais do Austa, em comemoração. Gislaine testou positivo para o coronavírus na 22ª semana de gravidez, o que a levou a ficar internada no hospital neste período. “Agradeço muito a Deus e a equipe maravilhosa do hospital durante as duas internações", afirmou a dona de casa, que estuda para ser técnica de enfermagem. Batalha por duas vidas Gislaine deu entrada no hospital no dia 16 de novembro. Na ocasião, segundo o Austa, ela foi imediatamente internada na UTI, onde permaneceu 16 dias respirando com ajuda de suporte. Após 40 dias, a estudante foi transferida para a Unidade Respiratória e, no dia 6 de janeiro, recebeu alta hospitalar, saudável, mas precisou passar por acompanhamento, como fisioterapia, em casa. Agora, a dona de casa celebra a vitória de uma batalha por duas vidas: a sua e a de Ana Luísa, que chegou ao mundo por parto cesareana depois de 38 semanas de gestação. Com energia e saúde, a bebê nasceu com 2,9 quilos e com o choro forte, emocionou toda a equipe do hospital. De acordo com Gislaine, acreditar em Deus e no trabalho dos médicos foi essencial para que tudo tenha dado certo. "Não fiquei com sequela. A nenê também não, ficou perfeita. Foi tudo uma bênção", avaliou a moradora de Rio Preto. Fonte: https://www.diariodaregiao.com.br/cidades/2021/03/1224590-moradora-de-rio-preto-da-a-luz-apos-52-dias-internada-com-covid.html

20 de Maio MAIS
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